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Escolher um designer
Factores de decisão que não devem ser ignorados

Num mercado relativamente saturado em oferta de serviços, quer sejam profissionais freelance, agências e ateliers, ou até fornecedores de produto (como por exemplo empresas gráficas, empresas de impressão digital e empresas de TI, que oferecem o design como complemento), a escolha do designer deve ser bem considerada.

Um dos factores que mais peso tem e que mais influencia a decisão do cliente na escolha de um designer é, hoje em dia, o valor monetário do serviço prestado. Este pensamento é, de certa forma correcto, se considerarmos que para qualquer projecto existe primeiro um orçamento disponível, mas será assim tão linear? Talvez não.

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Obviamente que podem ser encontrados diferentes escalões de valores de prestação de serviços, compatíveis ou não com um determinado orçamento disponível mas há que ter em conta a mais-valia que se pode obter com esses determinados serviços. Ninguém deve afirmar que é melhor ou pior, nem devemos afirmar que quem quer que seja presta um mau serviço, mas podemos constatar e afirmar como essencial na escolha de um designer, atelier ou agência, o seu trabalho, a sua forma de actuação e a sua capacidade de resposta.

Quando se faz esta escolha deve-se ter em conta um dos factores mais importantes que é: saber se é ou não a linha de trabalho indicada para o problema, e esta escolha deve ser, no mínimo, igualmente valorizada tanto pelo seu trabalho como pela cotação do serviço prestado – se é uma opção viável ou não, ou se há abertura para uma negociação, esse é um passo à frente, pois como em qualquer outra área de negócio, caberá a ambas as partes chegar a um eventual acordo, e consequentemente a execução ou não do trabalho.

Pelo contrário, optar por um serviço de design a custo zero, porque, por exemplo, se está a encomendar um trabalho que cobre esta componente, ou porque alguém sem experiência ou formação se disponibiliza para o efectuar pode revelar-se um factor prejudicial – porque o design não é executado em função desse trabalho ou simplesmente porque é baseado em soluções standard. Haverá obviamente excepções, mas é um risco a considerar.


Escolha feita...

Se a escolha foi feita sobre a linha de trabalho do designer, torna-se então importante a confiança nas suas decisões, no seu know-how, na escolha de materiais e meios, porque se foi escolhido pelo seu trabalho, não seria lógico ignorar e contrariar esse factor de decisão. No entanto, o designer tem obrigatoriamente de ter abertura, no seu processo de análise e criação, para as ideias e visões que o cliente tem sobre o seu próprio problema. Ainda que, por vezes, seja necessário contrariar essas ideias, porque poderão ser incorrectas para o problema em questão, nem sempre assim é.

Cremos que é com espírito de abertura e com partilha de ideias e visão entre designer e cliente que se dá um primeiro passo numa boa relação entre ambos e principalmente num projecto bem concebido.



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